Você conhece ASMR?

Netflix fez uma parceria com os jornalistas do BuzzFeed e lançaram uma nova série no serviço de streaming: Seguindo os Fatos (Fallow This)

O “documentário” irá retratar o trabalho de alguns jornalistas do site, apurando aquilo que virou notícia na internet e tem chamado a atenção da redação. E nesse primeiro episódio, temos  Scaachi Coul, repórter de cultura do BuzzFeed, pesquisando um pouco mais sobre o mundo de vídeos  relaxantes que viralizou a internet – principalmente no último ano – o ASMR. 

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Christina Aguilera linda na capa da Cosmopolitan

A diva Christina Aguilera usou seu Instagram para divulgar uma foto belíssima, que será a capa da revista Cosmopolitan do próximo mês!

A edição com a Xtina estará nas bancas americanas em 4 de setembro!

O que acharam? Achei que ela ficou ainda mais linda com menos make e mais natural!

Reflexão Girl POP!: “Onde fica estabelecido a linha de ‘se importar com alguém’ e de ‘cuidar da vida alheia’?

O tópico deste sábado é: onde fica estabelecido a linha de se importar com alguém e de “cuidar da vida alheia“?

Minha família sempre foi muito grande, e sempre fomos bem unidos, mas, se você tem uma família grande como a minha, você sabe que com toda grande família vem a “falta” de espaço pessoal.

Sempre que algo acontecer na sua vida – uma prova, um namoradx, algo que você fez errado – eles vão saber! É inevitável e quase impossível lutar contra isso.

“Felicidade é ter uma família grande, amorosa, atenciosa e unida em outra cidade.”  – BURNS, George

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Não me entenda errado, eu amo minha família e adoro que sempre podemos contar com alguém e ela estará lá para te apoiar… mas, as vezes, queremos nosso espaço, queremos resolver as nossas pendências só com quem é pertinente.

Eu entendo que as vezes eles não fazem por mal, principalmente as pessoas com mais idade que você – eles, muito provavelmente, esquecem que você já é adulto e consegue resolver suas próprias pendências -, e, isso torna-se extremamente desgastante.

Como diferenciamos se importar com se intrometer?

Creio que se alguém precisasse de sua ajuda, nesses casos menos complexos, ela pediria seu auxílio… Parece uma resposta muito simples, mas, na verdade, é só disso que a gente precisa.

“Às vezes as perguntas são complicadas e as respostas são simples”. – Dr. Seuss

Reflexão Girl POP!: “Seja verdadeiro consigo mesmo e com quem você se relaciona”

O tópico que iremos abordar hoje é sobre as relações que você tem consigo mesmo e com os outros.

Quem nunca ouviu a frase “Amigos de verdade você conta nos dedos de uma mão”? Eu, quando novinha, tive dificuldades em entender isso. Sempre observava meus colegas cercados de “amigos” e, simplesmente, não conseguia compreender o ditado.

“Quando você está contente em simplesmente ser você mesmo, sem se comparar ou competir, todos te respeitarão.” – Lao Tzu, Tao Te Ching

Como já dizia minha mãe, eu não sou todo mundo, e, realmente, nunca fui padrão ou parâmetro para o comum. Quando adolescente, sempre fui mais reclusa e tive dificuldades em fazer amigos, mas não me importava muito – eu me sentia confortável com as amizades que mantinha – porém isso não me impedia de reparar em meus colegas de classe e seus grupos sempre crescente de amigos.

Foi mais adulta, logo no início do meu tempo na universidade, que realmente me caiu a ficha que, em sua grande maioria, as pessoas que considerávamos “amigas” na verdade eram apenas colegas – duas posições completamente distintas.

Relações entre seres humanos são extremamente delicadas e, à medida que ganhamos mais alguns anos a mais, nos tornamos mais conscientes disso.

Assim como o lobo na pele de cordeiro, algumas pessoas são apenas “colegas” disfarçadas de “amigas”, já que geralmente algumas ligações só são estabelecidas por puro interesse – contatos, possibilidades.

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Cronograma Capilar e outras técnicas na busca de um cabelo mais natural, e mais saudável

Meu pai sempre brincou que meus cachos me controlavam mais do que eu controlava eles – e, essa ainda é uma grande verdade.

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Durante parte da minha infância e adolescência, lutei com a imagem que tinha dos meus cabelos; crescendo num mundo obcecado pela cultura de massa e pela europetização – quanto mas claro, liso e normativo melhor – é mentira dizer que não desperdicei algumas horas no salão escovando meus cabelos, ou até mesmo experimentando novas cores à procura dessa imagem que eu idealizava. Porém, a influência da minha mãe, quase tão teimosa quanto eu e adepta da regra de quanto mais natural, mais positivo, me impediu de fazer qualquer tipo de alisamento, selagem, ou escova definitiva… E se, na época, eu não entendia a proibição, hoje não poderia ser mas grata.

O meu último experimento capilar foi ser ruiva, e na velocidade com a qual meu cabelo cresce, não durou mais de seis meses; mas esse período foi essencial pra me levar até os questionamentos que me fizeram chegar até aqui: fazendo escolhas mais naturais e saudáveis pra vida longa dos meus cachos. Esse post não tem o intuito de julgar ninguém que não escolha o mesmo caminho eu; assumir meus cachos (e aprender a cuidar deles). Para mim, na verdade, não foi uma escolha: foi uma necessidade durante um processo de auto aceitação essencial pra que eu fosse mais feliz – e por mais fútil que isso possa soar, um cabelo bonito e bem cuidado pode ter efeitos maravilhosos na auto-estima e na vida de uma mulher.

Nesse post, reuni algumas dicas e informações que aprendi nos últimos cinco anos para tirar dúvidas e quem sabe, inspirar algumas de vocês a escolherem um estilo de vida mas natural e simples  para o seus cabelos.

[É ESSENCIAL LEMBRAR: eu não tenho formação na área de beleza, as dicas que reúno aqui são resultado de experimentação e observação. Tenha sempre em mente o melhor para o seu tipo de cabelo.]

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As Cores de cada Mês

Você já deve ter reparado que alguns meses do nosso calendário que foram associados a cores, para que fossem realizadas campanhas de conscientização e prevenção de algumas doenças. Os maiores exemplos disso são o Outubro Rosa e o Novembro Azul, em que são realizadas campanhas para prevenção do Câncer de Mama e de Próstata, respectivamente.

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Mas você sabia que os outros meses também receberam cores?

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Reflexão Girl POP!: Você é eternamente responsável por aquilo que falas/escreves.

“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.”

E é com esta citação de Antoine Saint-Exupéry que eu gostaria de começar a escrever para vocês.

Não sei como isso funciona para o resto do mundo, mas é no momento em que deito minha cabeça no travesseiro e fecho os olhos para dormir, o meu cérebro começa a trabalhar e é impossível dormir fritando na cama – virando de um lado para o outro que nem um ovo na frigideira. Eu me transformo na definição do meme:

– Eu vou dormir cedo hoje.
*Ás 4 da manhã pesquisando no Google: se os Illuminatti são uma sociedade secreta, como todo mundo sabe deles? *

Contudo, algumas das minhas melhores ideias saem dessa inquietação, e, de umas dessas noites, surgiu o conteúdo deste post.

Me peguei pensando em como adaptar a famosa frase de um dos livros mais adorados da história (o Pequeno Príncipe) e cheguei ao seguinte resultado: “Você é eternamente responsável por aquilo que falas/escreves. ”

Hoje, somos constantemente bombardeados por informações – em grande parte por conta das redes sociais. São notícias sobre acontecimentos ao redor do mundo, informações e opiniões de cunho pessoal, além, é claro, da famosa “Corte da Opinião Pública” aonde todos nós – que na maior parte das vezes não temos o conhecimento necessário para falar sobre o assunto – compartilharmos de bom grado nossa opinião no Twitter.

Neste post, eu gostaria de dar ênfase às informações de cunho pessoal e de como nos expressamos em relação a isso.

Apesar da grande maioria de nós sabermos que toda reação tem uma ação – e naturalmente, uma consequência – muitos esquecem isso na hora de se expressar nas redes sociais, e muitas vezes no cotidiano, numa conversa com os colegas de trabalho.

E bem, usando um tom mais informal: Cara, você sabe que se fizer aquela piada racista/homofobica/xenofóbica/sexista no Twitter a galera vai cair matando – e com razão – COMO É que você ainda tem a coragem de mandar?

É necessário parar e pensar consigo mesmo: Esse tipo de declaração vai ofender alguém? Se sim, por que você faria isso?

Existe uma linha muito tênue entre exercer sua liberdade de expressão e abusar dela, e me vem à cabeça uma velha frase que minha mãe me costuma dizer: “sua liberdade acaba quando começa a do outro”.

E é com essa frase que eu termino esse post.

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Qual a opinião de vocês sobre esse assunto? Vocês tomam esse tipo de precaução na hora de falar/escrever algo? Deixem aqui nos comentários.