Girl POP! Indica: Quando Aprendi a Me Amar: lições sobre a autocompaixão, aceitação e mindfulness de Karen Vogel

Hoje, No Girl POP! indica, vamos falar da obra Quando Aprendi a Me Amar: Lições sobre a autocompaixão, aceitação e mindfulness, de Karen Vogel, assim como, refletir um pouco a respeito do que ela traz.

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Sobre a Autora
Karen Vogel é psicóloga, mestre em ciências pela Faculdade de Medicina da USP. Cursou Mindful Self Compassion e Mindfulness & Performance pela University of San Diego School of Medicine (EUA). É especialista em Terapia Comportamental. Fundadora do Programa de Desenvolvimento Emocional (PDE), que visa o treinamento de habilidades emocionais em escolas e empresas. Atua em consultório atendendo adultos, adolescentes e casais sob o referencial teórico de Mindfulness, compaixão e aceitação. É autora dos livros “Quando aprendi a me amar“, que ensina sobre autocompaixão, aceitação e mindfulness e “Fada Helena Boazinha“, que ensina sobre assertividade e como dizer não. Karen também é fundadora do Instituto Brasileiro de Mindfulness e Compaixão onde ministra cursos e workshops. Confira aqui o site da autora.

Sobre a obra
Quando eu Aprendi a Me Amar retrata a jornada de quem busca deselvolver o amor por si mesmo. Via autocompaixão, procuramos nos tratar de forma mais gentil e com menos autocrítica. Ele aborda, de forma prática, como podemos desenvolver o autocuidado, a gentileza, a aceitação e a atenção ao momento presente, que são alguns dos componentes centrais da autocompaixão.
O livro é baseado em modelos teóricos com comprovada evidência cientifica: a ciência da compaixão (Neff, 2011; Gilbert, 2014), Mindfulness (Kabat-Zinn,2005) e a Terapia de Aceitação e Comprimisso (Hayes, Winson e Strosahl, 1999).

Percepções sobre a obra.
Antes de tudo, cabe ressaltar, que não sou uma profissional da área da saúde, tudo o que vou comentar a seguir, são minhas percepções sobre a obra. Se você ou alguém que você conhece sofre com a depressão, ansiedade e/ou pensamentos suicidas [dentre outros], peça ajuda. Sua vida importa!

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Eu gostaria de dividir essa jornada, da qual trata o livro, em 4 etapas.

1 – Ter consciência da situação, como resolvê-la?
Na primeira fase dessa jornada, nos tornamos conscientes de que, muito provavelmente, estávamos investindo mais nossos sentimentos em outras pessoas do que nós mesmos. A partir desta epifania, notamos que na verdade, aquela premissa de que deveríamos nós amar primeiro, para depois amar outra pessoa, é totalmente verdade…

Logo de cara, enfrentamos nosso primeiro desafio: nós não temos a menor noção de como fazer isso. Não é algo que “aprendemos” assim tão facilmente.
Aos poucos vamos descobrindo que, às vezes, a resposta mais simples é a solução. Fazer com você mesmo o que faz com os outros! Tratar bem e com carinho, cuidar e respeitar, conhecer melhor e observar as emoções e limitações.

Esse processo leva algum tempo, não é algo que dá para resolver da noite para o dia, você irá tropeçar, mas com certeza você conseguirá se reerguer. No momento em que estamos enfrentando a situação parece que é algo que não tem solução, e isso nos deixa frustrados, mas depois que a tempestade vai embora, percebemos que não deveríamos ter nós preocupado tanto assim, mas novamente, isso é algo que leva algum tempo para aprender, e ninguém é igual a ninguém, somos todos seres únicos, não é necessário comparar nosso ritmo com o dos outros.

2 – Sua própria felicidade está dentro de você.
Nós, muitas vezes, procuramos a felicidade em outras pessoas em outras coisas, porém, nós mesmos devemos ser responsáveis por ir atrás da nossa alegria, entusiasmo, não há outra pessoa ou coisa que possa fazer isso por nós.
Por sua felicidade condicionada a outras pessoas ou coisas é apenas uma ilusão.

3 – Auto aceitação.
Somos nossos piores críticos, isso é uma verdade, sempre encontramos “falhas” em nós mesmos que ninguém mais repara, sempre nós cobramos mais e mais, corremos sem nem mesmo saber o destino, e, ainda, as vezes temos o dom de nos auto sabotar.
Você precisa se conhecer, amar seus defeitos e aptidões. Zelar pela sua saúde física e mental. Notar o que funciona ou não para seu corpo e sua mente. Todos temos e somos dignos de falhas. Cabe a você mesmo ponderar se você deve se criticar por eles ou aprender com eles e evitar repeti-los.

4 – Ame a si mesmo.
Ame a si mesmo! Aprenda novas formas de se relacionar com as coisas em você que não consegue jogar fora. Conheça sua força interior. Deixe de lado as tentativas de ser a pessoa que queriam que você fosse. Sejam autênticos, fieis a vocês mesmos. Tem que haver um equilíbrio entre você e sua mente!.

Bônus! Como uma boa fã do BTS, não posso deixar de indicar essa música, que retrata e fala muito bem sobre esse tema!

Eu sou quem eu deveria amar neste mundo,

Brilhando em mim, minha preciosa alma,

Eu finalmente percebi, então eu amo a mim,

Não tão perfeito mas tão bonito,

Eu sou quem eu deveria amar.

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